sexta-feira, 4 de setembro de 2009

70 anos da segunda guerra mundial


No dia 1º de setembro de 1939, os exércitos nazistas cruzaram a fronteira com a Polônia, dando início ao maior banho de sangue de todos os tempos (até agora).

Sempre tem pessoas que dizem que a segunda guerra mundial começou com invasao na Polonia

Muitos dizem que a segunda guerra mundial foi consequencia da primeira e nao deixa de ser verdade, a Alemanha foi a potencia derrotada em 1919 e ainda foram impostos tratados de paz humilhantes o pais era obrigatorio a pagar indenizaoes pesadas para os vencedores e sofreu varais restriçoes sobre o controle de seu territorio.
Sofreu uma crave crise economica com uma inflaçao galopante para se ter ideia, notas de um bilhão de marcos chegaram a circular, e o dinheiro se desvalorizava tão rápido que por vezes era preciso um saco de notas para comprar um pão)

O desemprego era muito alto e ainda por cima os veteranos de guerra sentiam o desejo de vingança aumento o vexame e a crise que foram expostos
Com esse caos total era um terreno fertil para um movimento ultrasensacionalista de extrema direita o Nazismo versao alema do fascismo.

Adolf Hitler chegou ao poder me 1933,ja deixando na cara que iria violar os tratados de paz que a Alemanha fora obrigada a assinar.
França e Gra Bretanha fizeram vista grossa a Hitler o lider nazista era anti comunista no sentido extremo da palavra as potencias ocidentais apostaram suas fichas numa envasao alema na Uniao Sovietica
O mundo captalista ainda vivia com o impacto da crise de 1929 enquanto isso a URSS se desenvovia e era um modelo de sociedade justa mesmo com o ditador Stalin no comando

Mesmo assim França e Gra Bretanha continuaram a fazer vista grossa e deixaram passar o inicio do expansionismo
de Hitler. Em março de 1938, o ditador ordenou a anexação da Áustria, sua terra natal. Depois, a vítima seria a Tchecoslováquia: Hitler acusou o país de maltratar populações alemãs da região dos Sudetos; Grã-Bretanha e França concordaram com a anexação à Alemanha daquela porção de território tchecoslovaco. Depois, Hitler acabaria anexando todo o país – sem ouvir mais do que uma ameaça de Grã-Bretanha e França, de que não tolerariam uma invasão da Polônia.

Quando as tropas atravessaram a fronteira teuto-polonesa, finalmente os governos britânico e francês decidiram agir. Mas foi mais por falta de escolha do que por convicção. Além da promessa de defesa feita à Polônia, Grã-Bretanha e França não contavam com a jogada de Stalin, que assinou um pacto de não-agressão com Hitler. Com isso, Alemanha e URSS dividiriam a Polônia entre si, e os soviéticos poderiam anexar as repúblicas bálticas (Estônia, Letônia e Lituânia – independentes desde 1918, e as primeiras a reivindicarem independência da URSS ao final da década de 1980). Mesmo que Stalin não esperasse a Operação Barbarossa em junho de 1941, graças ao pacto a URSS ganhou mais tempo para se defender de uma invasão que mais cedo ou mais tarde aconteceria.

Sempre se diz que em uma guerra, a primeira vítima é a verdade. E de fato, é. As forças aliadas contra Hitler também cometeram crimes de guerra: o bombardeio de Dresden em fevereiro de 1945 segue gerando controvérsias, e há também denúncias de massacres cometidos pelos soviéticos na frente oriental. Sem contar as bombas atômicas jogadas pelos Estados Unidos sobre Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945, quando o Japão estava prestes a se render – e mesmo que não estivesse, nada justifica tamanha desumanidade.

Já as atrocidades cometidas pelos nazistas haviam se iniciado antes de 1º de setembro de 1939. A política de “embelezamento do mundo” mediante a “eliminação de pragas” (inclusive as “sociais”) fora cuidadosamente planejada. Elas ameaçavam as “boas famílias alemãs”, e precisavam ser exterminadas. O Holocausto não foi consequência da guerra, era política de Estado de Hitler: em novembro de 1938 já haviam acontecido massacres de judeus em diversas regiões sob domínio nazista, na chamada Noite dos Cristais.

É fundamental que tais acontecimentos jamais sejam esquecidos. Pois a derrota do nazismo no campo militar não significou o seu fim definitivo. Sua força reside não nos pequenos grupos que se declaram “neonazistas”, e sim no mito de que foi totalmente vencido. Há muitas pessoas que se questionadas sobre o que acham do nazismo, o rejeitam veementemente, visto que ele é associado ao que de pior já fez a humanidade. Porém, ao mesmo tempo defendem ideias que em muito se aproximam dele, sem se darem conta disso.

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